Deveria eu, talvez o haver feito,
sob a noite taciturna,
este amor melhor florescer em seu leito.
ou então morrer durante minha prece diurna.
Deveria eu, talvez a ter aprisionado,
sob dias e noites sem fim,
para manter um amor desgastado
ou então trancafiar me com meu sentimento chinfrim.
Tornei-me amargurado, por sempre ser indeciso,
sempre em meu passado, sigo alienado.
chorando velharias juvenis, improviso
para [...]
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